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QUESTĂES QUE ENFRENTAMOS
Fazendo a diferença
Falcao defende valores fundamentais, sendo um deles a luta pela justiça social. Precisamos viver numa sociedade em que as pessoas não apenas apoiem mudanças, mas lutem por elas. Leia mais para saber sobre as questþes enfrentadas por Falcao e como planeja superå-las.
Constituição Municipalista
PolĂtica Nacional
PROPOSTA/SUGESTĂO
os seguintes direitos: I - Propriedade II - Soberania III - ComĂŠrcio IV - Trabalho Livre V - Cidadania VI - Paz Observamos nĂtida diferença entre o setor estatal e privado. PĂşblico: 1. Ăgua 2. Comida bĂĄsica 3. Abrigo 4. Saneamento 5. Segurança 6. Acesso 7. Comunicação 8. Energia/MinĂŠrios 9. SaĂşde 10. Educação 11. Emprego Privado: 1. Agricultura exportadora e especializada 2. ComĂŠrcio 3. Serviços 4. Artesanato 5. IndĂşstria 6. Tecnologia Civil 7. Propriedades 8. Investimentos 9. Turismo 10. Gastronomia 11. Arte Sistema PolĂtico proposto pelo IPC: Paralelismo Funcional Pretendemos uma justaposição do modelo mercantil e socialista na qual dividimos os setores econĂ´micos por natureza PĂşblica ou Privada. Portanto, nĂŁo se trata de um meio termo, tal qual a social democracia onde o Estado ĂŠ TributĂĄrio, mas de uma atuação em paralelo, sendo o Estado Cooperativo. O Paralelismo permite que em cada setor o melhor modelo possa chegar ao seu auge, e nĂŁo se anularem como acontece no meio termo. Neste caso, os sistemas paralelos se completam na especialização diferenciada. O perfeito delineamento entre o Coletivo e o Individual ĂŠ a premissa. O ideal deste modelo ĂŠ que o Estado seja Autossuficiente, possibilitando a redução de impostos e o aumento do incentivo aos Particulares. Um Estado que faz, ensina e incentiva. 1. Forma de Estado: Municipalismo Integrado O Estado UnitĂĄrio com MunicĂpios AutĂ´nomos de relacionamento direto com a UniĂŁo sem o intermĂŠdio de um Estado Federado. Com a logĂstica e comunicação atuais ĂŠ possĂvel, mesmo com a colossal dimensĂŁo territorial do Brasil, que os MunicĂpios estejam integrados. O poder central da UniĂŁo ĂŠ exercido em todo territĂłrio, mas tem como representante da cidade Prefeito eleito diretamente. A existĂŞncia de uma câmara municipal ĂŠ preterida, havendo apenas a esfera executiva para a gestĂŁo das açþes locais. Os Estados Federados seriam transformados em Biomas EconĂ´micos, que serviriam como zonas eleitorais para definição dos representantes nacionais por regiĂŁo. AlĂŠm disso, as polĂticas pĂşblicas usariam os Biomas como referĂŞncia para as açþes. O poder do municĂpio estaria acrescido e a integração nacional tambĂŠm, pois sem os Estados, problemas separatistas tendem a diminuir. A extinção dos Estados tambĂŠm facilitaria o fluxo de mercadorias pelo paĂs. 2. Forma de Governo: RepĂşblica DemocrĂĄtica BĂŠlico-Mercantil RepĂşblica pois o exercĂcio do poder de governar pode ser de uma pluralidade de famĂlias e nĂŁo apenas de um monarca e sua descendĂŞncia. Formam-se valores meritocrĂĄticos para substituir a eugenia. Democracia porque todos podem chegar ao poder sem filtros de discriminação social, ou seja, o capaz civilmente e legalmente adequado pode exercer o poder. BĂŠlico-Mercantil porque pretende a fusĂŁo entre militares, burocratas e proletariado no quadro das Forças Armadas para atuarem na infraestrutura Brasileira tal qual uma Empresa PĂşblica. 3. Sistema de Governo: Semipresidencialismo Bilateral. O Chefe de Estado, Presidente, ĂŠ eleito diretamente pelo povo, sendo Autoridade Suprema das Forças Armadas e do Funcionalismo PĂşblico. Tem a prerrogativa de convocar referendo ou plebiscito para questĂľes de alta relevância social. Defensor do PĂşblico. O Primeiro Ministro, Chefe de Governo, ĂŠ eleito pelo Parlamento com o objetivo de ser um Gestor de Empreendimentos. Sua função ĂŠ administrar a expansĂŁo dos negĂłcios do Estado em atos de Governo. Defensor do Privado. Foco no enriquecimento dos Particulares. Parlamento formado com dois representantes de cada Estado eleitos diretamente, um representante do pĂşblico e outro do privado, para haver equilĂbrio. O Parlamento tem o poder legislativo que condiciona as açþes do Presidente e do Primeiro Ministro. Neste modelo, a proposta clĂĄssica de Montesquieu de tripartição do poder ĂŠ substituĂda por um dualismo entre o PĂşblico (Presidente) e o Privado (Primeiro Ministro). Poder executivo e judiciĂĄrio estĂŁo fundidos, em contraponto com o poder econĂ´mico. 4. Proposta EconĂ´mica: Mercantilismo Patrimonial Afastamento do modelo capitalista (inglĂŞs) e do comunismo (russo). Adaptar o Mercantilismo (luso) para a realidade brasileira atual. Investir na infraestrutura do PaĂs para criar estabilidade na economia. O lastro, seria o valor agregado pelo Urbanismo Inteligente. O alto nĂvel de desenvolvimento social seria o epicentro do crescimento econĂ´mico, por meio da Urbanização Planejada, que ĂŠ a Civilização por excelĂŞncia. O PatrimĂ´nio Material e Cultural como foco, em contrapartida do Metalismo, Industrialismo ou Mercantilismo fiduciĂĄrio e especulativo. O detalhe ĂŠ que neste caso, a Infraestrutura serĂĄ o foco da ação PĂşblica, uma vez que atende ao que ĂŠ necessidade bĂĄsica de Cidadania. Obtendo o controle dos setores de infraestrutura, o Estado tem receita suficiente para manter-se e deixar os Particulares livres de impostos. O modelo Estado-Nação necessita de um intrĂnseco protecionismo aos empreendedores nacionais, ou seja, um Estado forte para um empreendedor audaz. Nosso estilo faz contraste com os paradigmas de Estado tributĂĄrio, fiscalizador, controlador ou mĂnimo, na sugestĂŁo de um Estado Cooperativo. O Estado age em paralelismo com o Particular, executando os setores estratĂŠgicos e incentivando a iniciativa privada nos setores mercantis. 5. Plano de Governo Eco-militarismo Mercantil ou Boinas Coloridas: Os Soldados da Cidadania. Sugiro um "Neo-Bandeirismo", utilizar as forças armadas na construção de Cidades EcolĂłgicas para proteção das fronteiras e da natureza. Com a infraestrutura completa, os empreendedores sĂŁo incentivados. As cidades terĂŁo atrativos turĂsticos sofisticados, alĂŠm da prĂłpria cidade em si, inteligente, sustentĂĄvel. BrasĂlia foi um empreendimento magnânimo e centralizado. Proponho o oposto: empreendimentos pequenos e pulverizados estrategicamente. A distribuição simĂŠtrica da população pelo territĂłrio ĂŠ mister para qualidade de vida. AlĂŠm disso, a prĂłpria logĂstica de construção de cidadelas terĂĄ baixo custo e retorno quase imediato. A intenção deste projeto ĂŠ proteger as fronteiras brasileiras com a construção de cidades ecolĂłgicas, militares e comerciais. Um militarismo inclusivo, gerador de receita e de cunho patrimonial. Defensor da diversidade natural e humana: Os Soldados da Cidadania. Resolver os seguintes: - desemprego - distribuição de renda - disciplina do funcionĂĄrio pĂşblico - ociosidade militar - corrupção - abuso do poder econĂ´mico. - excesso de impostos Os Boinas Coloridas teriam treinamento militar bĂĄsico, mas tambĂŠm no seguinte: a-desenvolvimento de tecnologia naval, aeronĂĄutica e automobilĂstica, em parceria com universidades. b-construção de vilas turĂsticas e residĂŞncias ecolĂłgicas por toda costa marĂtima e zonas fluviais para consolidar as fronteiras e preservar a natureza. c-finalização da infra-estrutura brasileira, no que se refere ao fornecimento de ĂĄgua, eletricidade, comunicação, saneamento bĂĄsico e acesso, completando o ciclo da colonização. d-Construção de eco-fazendas nas fronteiras terrestres.
Segurança Pública
Lei 13.022/14
LEI NÂş 13.022, DE 8 DE AGOSTO DE 2014
DispĂľe sobre o Estatuto Geral das Guardas Municipais.
A PRESIDENTA DA REPĂBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
CAPĂTULO I
DISPOSIĂĂES PRELIMINARES
Art. 1º Esta Lei institui normas gerais para as guardas municipais, disciplinando o § 8º do art. 144 da Constituição Federal.
Art. 2º Incumbe às guardas municipais, instituiçþes de caråter civil, uniformizadas e armadas conforme previsto em lei, a função de proteção municipal preventiva, ressalvadas as competências da União, dos Estados e do Distrito Federal.
CAPĂTULO II
DOS PRINCĂPIOS
Art. 3Âş SĂŁo princĂpios mĂnimos de atuação das guardas municipais:
I - proteção dos direitos humanos fundamentais, do exercĂcio da cidadania e das liberdades pĂşblicas;
II - preservação da vida, redução do sofrimento e diminuição das perdas;
III - patrulhamento preventivo;
IV - compromisso com a evolução social da comunidade; e
V - uso progressivo da força.
CAPĂTULO III
DAS COMPETĂNCIAS
Art. 4Âş Ă competĂŞncia geral das guardas municipais a proteção de bens, serviços, logradouros pĂşblicos municipais e instalaçþes do MunicĂpio.
ParĂĄgrafo Ăşnico. Os bens mencionados no caput abrangem os de uso comum, os de uso especial e os dominiais.
Art. 5Âş SĂŁo competĂŞncias especĂficas das guardas municipais, respeitadas as competĂŞncias dos ĂłrgĂŁos federais e estaduais:
I - zelar pelos bens, equipamentos e prĂŠdios pĂşblicos do MunicĂpio;
II - prevenir e inibir, pela presença e vigilância, bem como coibir, infraçþes penais ou administrativas e atos infracionais que atentem contra os bens, serviços e instalaçþes municipais;
III - atuar, preventiva e permanentemente, no territĂłrio do MunicĂpio, para a proteção sistĂŞmica da população que utiliza os bens, serviços e instalaçþes municipais;
IV - colaborar, de forma integrada com os órgãos de segurança pública, em açþes conjuntas que contribuam com a paz social;
V - colaborar com a pacificação de conflitos que seus integrantes presenciarem, atentando para o respeito aos direitos fundamentais das pessoas;
VI - exercer as competências de trânsito que lhes forem conferidas, nas vias e logradouros municipais, nos termos da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), ou de forma concorrente, mediante convênio celebrado com órgão de trânsito estadual ou municipal;
VII - proteger o patrimĂ´nio ecolĂłgico, histĂłrico, cultural, arquitetĂ´nico e ambiental do MunicĂpio, inclusive adotando medidas educativas e preventivas;
VIII - cooperar com os demais ĂłrgĂŁos de defesa civil em suas atividades;
IX - interagir com a sociedade civil para discussão de soluçþes de problemas e projetos locais voltados à melhoria das condiçþes de segurança das comunidades;
X - estabelecer parcerias com os ĂłrgĂŁos estaduais e da UniĂŁo, ou de MunicĂpios vizinhos, por meio da celebração de convĂŞnios ou consĂłrcios, com vistas ao desenvolvimento de açþes preventivas integradas;
XI - articular-se com os ĂłrgĂŁos municipais de polĂticas sociais, visando Ă adoção de açþes interdisciplinares de segurança no MunicĂpio;
XII - integrar-se com os demais ĂłrgĂŁos de poder de polĂcia administrativa, visando a contribuir para a normatização e a fiscalização das posturas e ordenamento urbano municipal;
XIII - garantir o atendimento de ocorrĂŞncias emergenciais, ou prestĂĄ-lo direta e imediatamente quando deparar-se com elas;
XIV - encaminhar ao delegado de polĂcia, diante de flagrante delito, o autor da infração, preservando o local do crime, quando possĂvel e sempre que necessĂĄrio;
XV - contribuir no estudo de impacto na segurança local, conforme plano diretor municipal, por ocasião da construção de empreendimentos de grande porte;
XVI - desenvolver açþes de prevenção primĂĄria Ă violĂŞncia, isoladamente ou em conjunto com os demais ĂłrgĂŁos da prĂłpria municipalidade, de outros MunicĂpios ou das esferas estadual e federal;
XVII - auxiliar na segurança de grandes eventos e na proteção de autoridades e dignatårios; e
XVIII - atuar mediante açþes preventivas na segurança escolar, zelando pelo entorno e participando de açþes educativas com o corpo discente e docente das unidades de ensino municipal, de forma a colaborar com a implantação da cultura de paz na comunidade local.
ParĂĄgrafo Ăşnico. No exercĂcio de suas competĂŞncias, a guarda municipal poderĂĄ colaborar ou atuar conjuntamente com ĂłrgĂŁos de segurança pĂşblica da UniĂŁo, dos Estados e do Distrito Federal ou de congĂŞneres de MunicĂpios vizinhos e, nas hipĂłteses previstas nos incisos XIII e XIV deste artigo, diante do comparecimento de ĂłrgĂŁo descrito nos incisos do caput do art. 144 da Constituição Federal, deverĂĄ a guarda municipal prestar todo o apoio Ă continuidade do atendimento.
CAPĂTULO IV
DA CRIAĂĂO
Art. 6Âş O MunicĂpio pode criar, por lei, sua guarda municipal.
ParĂĄgrafo Ăşnico. A guarda municipal ĂŠ subordinada ao chefe do Poder Executivo municipal.
Art. 7Âş As guardas municipais nĂŁo poderĂŁo ter efetivo superior a:
I - 0,4% (quatro dĂŠcimos por cento) da população, em MunicĂpios com atĂŠ 50.000 (cinquenta mil) habitantes;
II - 0,3% (trĂŞs dĂŠcimos por cento) da população, em MunicĂpios com mais de 50.000 (cinquenta mil) e menos de 500.000 (quinhentos mil) habitantes, desde que o efetivo nĂŁo seja inferior ao disposto no inciso I;
III - 0,2% (dois dĂŠcimos por cento) da população, em MunicĂpios com mais de 500.000 (quinhentos mil) habitantes, desde que o efetivo nĂŁo seja inferior ao disposto no inciso II.
ParĂĄgrafo Ăşnico. Se houver redução da população referida em censo ou estimativa oficial da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e EstatĂstica (IBGE), ĂŠ garantida a preservação do efetivo existente, o qual deverĂĄ ser ajustado Ă variação populacional, nos termos de lei municipal.
Art. 8Âş MunicĂpios limĂtrofes podem, mediante consĂłrcio pĂşblico, utilizar, reciprocamente, os serviços da guarda municipal de maneira compartilhada.
Art. 9Âş A guarda municipal ĂŠ formada por servidores pĂşblicos integrantes de carreira Ăşnica e plano de cargos e salĂĄrios, conforme disposto em lei municipal.
CAPĂTULO V
DAS EXIGĂNCIAS PARA INVESTIDURA
Art. 10. SĂŁo requisitos bĂĄsicos para investidura em cargo pĂşblico na guarda municipal:
I - nacionalidade brasileira;
II - gozo dos direitos polĂticos;
III - quitação com as obrigaçþes militares e eleitorais;
IV - nĂvel mĂŠdio completo de escolaridade;
V - idade mĂnima de 18 (dezoito) anos;
VI - aptidĂŁo fĂsica, mental e psicolĂłgica; e
VII - idoneidade moral comprovada por investigação social e certidþes expedidas perante o Poder Judiciårio estadual, federal e distrital.
ParĂĄgrafo Ăşnico. Outros requisitos poderĂŁo ser estabelecidos em lei municipal.
CAPĂTULO VI
DA CAPACITAĂĂO
Art. 11. O exercĂcio das atribuiçþes dos cargos da guarda municipal requer capacitação especĂfica, com matriz curricular compatĂvel com suas atividades.
Parågrafo único. Para fins do disposto no caput, poderå ser adaptada a matriz curricular nacional para formação em segurança pública, elaborada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do MinistÊrio da Justiça.
Art. 12. Ă facultada ao MunicĂpio a criação de ĂłrgĂŁo de formação, treinamento e aperfeiçoamento dos integrantes da guarda municipal, tendo como princĂpios norteadores os mencionados no art. 3Âş.
§ 1Âş Os MunicĂpios poderĂŁo firmar convĂŞnios ou consorciarse, visando ao atendimento do disposto no caput deste artigo.
§ 2Âş O Estado poderĂĄ, mediante convĂŞnio com os MunicĂpios interessados, manter ĂłrgĂŁo de formação e aperfeiçoamento centralizado, em cujo conselho gestor seja assegurada a participação dos MunicĂpios conveniados.
§ 3º O órgão referido no § 2º não pode ser o mesmo destinado a formação, treinamento ou aperfeiçoamento de forças militares.
CAPĂTULO VII
DO CONTROLE
Art. 13. O funcionamento das guardas municipais serå acompanhado por órgãos próprios, permanentes, autônomos e com atribuiçþes de fiscalização, investigação e auditoria, mediante:
I - controle interno, exercido por corregedoria, naquelas com efetivo superior a 50 (cinquenta) servidores da guarda e em todas as que utilizam arma de fogo, para apurar as infraçþes disciplinares atribuĂdas aos integrantes de seu quadro; e
II - controle externo, exercido por ouvidoria, independente em relação à direção da respectiva guarda, qualquer que seja o número de servidores da guarda municipal, para receber, examinar e encaminhar reclamaçþes, sugestþes, elogios e denúncias acerca da conduta de seus dirigentes e integrantes e das atividades do órgão, propor soluçþes, oferecer recomendaçþes e informar os resultados aos interessados, garantindo-lhes orientação, informação e resposta.
§ 1Âş O Poder Executivo municipal poderĂĄ criar ĂłrgĂŁo colegiado para exercer o controle social das atividades de segurança do MunicĂpio, analisar a alocação e aplicação dos recursos pĂşblicos e monitorar os objetivos e metas da polĂtica municipal de segurança e, posteriormente, a adequação e eventual necessidade de adaptação das medidas adotadas face aos resultados obtidos.
§ 2Âş Os corregedores e ouvidores terĂŁo mandato cuja perda serĂĄ decidida pela maioria absoluta da Câmara Municipal, fundada em razĂŁo relevante e especĂfica prevista em lei municipal.
Art. 14. Para efeito do disposto no inciso I do caput do art. 13, a guarda municipal terĂĄ cĂłdigo de conduta prĂłprio, conforme dispuser lei municipal.
ParĂĄgrafo Ăşnico. As guardas municipais nĂŁo podem ficar sujeitas a regulamentos disciplinares de natureza militar.
CAPĂTULO VIII
DAS PRERROGATIVAS
Art. 15. Os cargos em comissĂŁo das guardas municipais deverĂŁo ser providos por membros efetivos do quadro de carreira do ĂłrgĂŁo ou entidade.
§ 1º Nos primeiros 4 (quatro) anos de funcionamento, a guarda municipal poderå ser dirigida por profissional estranho a seus quadros, preferencialmente com experiência ou formação na årea de segurança ou defesa social, atendido o disposto no caput.
§ 2Âş Para ocupação dos cargos em todos os nĂveis da carreira da guarda municipal, deverĂĄ ser observado o percentual mĂnimo para o sexo feminino, definido em lei municipal.
§ 3Âş DeverĂĄ ser garantida a progressĂŁo funcional da carreira em todos os nĂveis.
Art. 16. Aos guardas municipais ĂŠ autorizado o porte de arma de fogo, conforme previsto em lei.
Parågrafo único. Suspende-se o direito ao porte de arma de fogo em razão de restrição mÊdica, decisão judicial ou justificativa da adoção da medida pelo respectivo dirigente.
Art. 17. A AgĂŞncia Nacional de Telecomunicaçþes (Anatel) destinarĂĄ linha telefĂ´nica de nĂşmero 153 e faixa exclusiva de frequĂŞncia de rĂĄdio aos MunicĂpios que possuam guarda municipal.
Art. 18. à assegurado ao guarda municipal o recolhimento à cela, isoladamente dos demais presos, quando sujeito à prisão antes de condenação definitiva.
CAPĂTULO IX
DAS VEDAĂĂES
Art. 19. A estrutura hierĂĄrquica da guarda municipal nĂŁo pode utilizar denominação idĂŞntica Ă das forças militares, quanto aos postos e graduaçþes, tĂtulos, uniformes, distintivos e condecoraçþes.
CAPĂTULO X
DA REPRESENTATIVIDADE
Art. 20. Ă reconhecida a representatividade das guardas municipais no Conselho Nacional de Segurança PĂşblica, no Conselho Nacional das Guardas Municipais e, no interesse dos MunicĂpios, no Conselho Nacional de SecretĂĄrios e Gestores Municipais de Segurança PĂşblica.
CAPĂTULO XI
DISPOSIĂĂES DIVERSAS E TRANSITĂRIAS
Art. 21. As guardas municipais utilizarĂŁo uniforme e equipamentos padronizados, preferencialmente, na cor azul-marinho.
Art. 22. Aplica-se esta Lei a todas as guardas municipais existentes na data de sua publicação, a cujas disposiçþes devem adaptar-se no prazo de 2 (dois) anos.
Parågrafo único. à assegurada a utilização de outras denominaçþes consagradas pelo uso, como guarda civil, guarda civil municipal, guarda metropolitana e guarda civil metropolitana.
Art. 23. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
BrasĂlia, 8 de agosto de 2014; 193Âş da IndependĂŞncia e 126Âş da RepĂşblica.
DILMA ROUSSEFF
JosĂŠ Eduardo Cardozo
Miriam Belchior
Gilberto MagalhĂŁes Occhi
Este texto não substitui o original publicado no Diårio Oficial da União - Seção 1 - Edição Extra de 11/08/2014
Cultura
Por um futuro melhor
ACADĂMICO/ FUNDADOR PATRONO DA CADEIRA NÂş 21 PADRINHO LITERĂRIO ĂREA: ACADĂMICA GĂNERO: POESIA Escritor gaĂşcho, acadĂŞmico, poeta, fundador e atual Presidente da nossa ASES Academia Sapucaiense de Escritores 2008/2009: integrante da Direção do Clube de Cultura de Porto Alegre. Idealizador do Projeto ASES DA !MAG!NAĂĂO! suas fases e etapas:(âPadrinhos LiterĂĄriosâ)Gincana cultural Interinstitucionaisâcada instituição, trabalharĂĄ para escolher seu âPadrinho/Madrinha LiterĂĄrio(a) Patrono da Feira do Livroâ; Cine/Filme Itinerante nas escolas, associaçþes de bairros, CTGâs, entidades da melhor idade e de pessoas portadoras de necessidades especiais, clubes, empresas,etc.. Ativista cultural, gestor, empreendedor e pesquisador social organizador do Primeiro FĂłrum AcadĂŞmico de Comunicação e Responsabilidade Social, Participa das 4 coletâneas da ASES entre outras, tambĂŠm editou obras individuais: Alvorada GaĂşcha & Poesias do Cotidiano que ao todo somam aproximadamente 10mil exemplares. Agente incentivador da criação da nossa Juventude AcadĂŞmica, dos GrĂŞmios LiterĂĄrios nas escolas e demais instituiçþes, como proposta de inclusĂŁo de jovens e acesso aos meios, neste tĂŁo seleto mundo do fazer e promover cultura; exemplo pragmĂĄtico, de inclusĂŁo e sucesso, nossa mais jovem acadĂŞmica (Veridiane, aos16 anos estreando nesta nossa 4ÂŞ Coletânea, comemorativa ao 6Âş ano de nossa existĂŞncia; Elenice RamĂŁo, aos 16 anos (2001) primeira jovem aceita na Academia participando da 1ÂŞ Coletânea, ĂŠ atualmente 2ÂŞ SecretĂĄria e Bruno Gross - 2Âş Tesoureiro . Foi âPadrinho LiterĂĄrioâ das escolas EMEF ProfÂŞ Maria da GlĂłria da Silva; EMEF Prefeito JoĂŁo Freitas Filho e atualmente da EMEF Francisco Greiss/2006. Assim como ainda hoje a Academia de Paris com suas faculdades ĂŠ a Universidade de Sorbonne, França, quem sabe em um futuro prĂłximo, nossa ASES possa vir a ser nossa Academia de Belas-Artes-Esportes-Letras e OfĂcios?!..Ousar Sonhar, Ousar Fazer, Ousar Lutar, Ousar Vencer! ASES DA IMAGINAĂĂO! Ă um conjunto de açþes sĂłcio-culturais-cĂvico-educativas que contempla a sociedade num todo atravĂŠs das parcerias. CIDADANIA CORPORATIVA / ACCOUNTABILITY / IDENTIDADE CORPORATIVA / MERCHANDISING SOCIAL / INCLUSĂO / CIVISMO / PLANEJAMENTO ESTRATĂGICO / MARKETING SOCIAL / SUSTENTABILIDADE / STAKEHOLDERS / MARKETING CULTURAL / PLANEJAMENTO ESTRATĂGICO E REDUĂĂO DA CARGA TRIBUTĂRIA ( ICMS,IPTU, ISSQN, IR) CONSUMO CONSCIENTE/ CURRICULAR / EVOLUCIONISTA / PRAGMĂTICO / PEDAGĂGICO/ ĂTICO / INTERDISCIPLINAR / DIDĂTICO / DIALĂTICO... Agregar valor intelectual a marcas, produtos, nomes, modelos e gestĂľes voltadas para a Responsabilidade Social, investimento na inteligĂŞncia. Incentivo e melhoria da gestĂŁo pĂşblica/privado, estimulando gestores em iniciativas inovadoras, criativas e no uso de metodologias de projetos em suas açþes, apresentando balanço positivo para suas comunidades. ASES DA !MAG!NAĂĂO! Fundamentado nos quatro pilares da educação: aprender a aprender, aprender a ser, aprender a conviver, aprender a fazer e no maior mandamento de um verdadeiro cristĂŁo âAmar a Deus sobre todas as coisas e ao prĂłximo nosso irmĂŁoâ iniciamos um movimento cultural para a formação de um pacto afetivo de urgĂŞncia pedagĂłgica, onde educadores, orientadores, secretarias, ministĂŠrios, etc. interessados avaliarĂŁo competĂŞncias, habilidades, tendo a criatividade continuada como atividades de estĂmulo pedagĂłgico e como motivação Ă alfabetização emocional; interdisciplinar, interinstitucional/setorial, curricular, extra-curricular, turno inverso ou nĂŁo, interescolar, atravĂŠs de um conjunto de açþes e atitudes educativas, culturais, lĂşdicas, esportivas...que contempla toda sociedade, gerando cidadania corporativa, investimento na inteligĂŞncia, marketing cultural, exercĂcios exemplo de cidadania, civismo, planejamento estratĂŠgico, redução da carga tributĂĄria, agregar valor intelectual a nome, marcas, modelos de produtos e gestĂŁo pĂşblico/privado. Ă uma proposta de conquista permanente e de valorização do ser humano, em especial dos iniciantes, amadores, resgatando a auto-estima individual e coletiva baseado em experiĂŞncias nas dificuldades que tĂŞem em conquistar espaços, assim Como os grupos mais marginalizados e nĂŁo apenas como uma concessĂŁo temporĂĄria. Ă uma proposta de inclusĂŁo cultural, responsabilidade social e de reforço Ă s campanhas de prevenção e conscientização existentes, anti discriminação e exclusĂŁo. ASES DA !MAG!NAĂAO! Proposta de Projeto Popular ArtĂstico Cultural Esportivo SociolĂłgico DidĂĄtico FilosĂłfico PolĂtico PragmĂĄtico Evolucionista DialĂŠtico. Aos que estĂŁo atentos, perceberĂŁo que se trata de um projeto simples e de reforço Ă s campanhas de prevenção e conscientização individual e coletiva existentes ou nĂŁo, tanto na ĂĄrea da saĂşde preventiva quanto outras. Ă um projeto anti-drogadição, vandalização, violĂŞncias que envolvem crianças, adolescentes, homens e mulheres, vĂtimas tambĂŠm. Ă um projeto anti-corrupção, pode parecer demasiado ambicioso, todavia, a realidade ĂŠ outra, trata-se de um projeto simples e despretencioso, razĂŁo pela qual entendemos que as crĂticas que por ventura venham a ser oferecidas com o intuito de colaborarem no aperfeiçoamento do mesmo serĂŁo bem recebidas e oportunamente respondidas, pois como se verifica, ĂŠ um projeto de amor Ă nossa gente. NĂłs que acompanhamos a violĂŞncia em escala nacional e mundial, a exemplo recente assistimos a demonstração do tipo âa lei do mais forteâ, refiro-me Ă s invasĂľes estadunidenses e apoiadores, assim como no Iraque, na IugoslĂĄvia, no Kosovo, na BĂłsnia Herzegovina, em BagdĂĄ,Malvinas e outros. No Brasil, a ação de traficantes, nĂŁo bastasse tambĂŠm a corrupção, embora pareça que nos encaminhamos para o reino da lei das selvas, ou a de salve-se quem puder, ou cada um por si, embora infelizmente ainda prevaleça a cumplicidade do silĂŞncio em nossa sociedade e a visĂŁo equivocada de que o que acontece com os outros nĂŁo ĂŠ problema nosso, hoje sabemos que nĂŁo ĂŠ bem assim, as crianças, a juventude sĂŁo o futuro e precisam ser cuidados por todos nĂłs, pois ĂŠ o mais precioso do patrimĂ´nio nacional, todos esses problemas jĂĄ citados sĂŁo gravĂssimos e muitos, e mais degradante ainda, ĂŠ saber que essa problemĂĄtica tem sido tratada com insuficiente atenção, por isso se faz necessĂĄrio despertar nos alunos, pais, professores, e trabalhadores a indignação naqueles que nĂŁo se conformam com essa situação aviltante, quando temos patrimĂ´nios pichados, jovens desviados, escolas arrombadas, residĂŞncias, pais matando filhos, filhos matando pais, drogadição, corrupção tambĂŠm de menores. Ainda assim podemos crer que um outro mundo melhor ĂŠ possĂvel, mesmo quando sentirmos a normalidade de nossas vidas abaladas , mesmo quando pessoas sentem-se ameaçadas nesse combate a criminalidade, onde inocentes tambĂŠm sĂŁo vĂtimas, onde maus elementos se confundem com moradores comuns de vilas e bairros. Sem sermos oniscientes, sabemos que nos submetemos Ă sociedade em que vivemos, nos tornamos dependentes e acabamos nos submetendo a seus conceitos, porĂŠm, jamais podemos compactuar com tal degradação social, a falta de um pouco mais de conhecimento nos traz a falta da consciĂŞncia da prĂłpria identidade. AtravĂŠs deste projeto de orientação e resistĂŞncia Ă s mazelas sociais, estaremos tentando desenvolver potencialidades, aspiraçþes, sonhos, desejos e carĂŞncias, desenvolvendo a auto-estima, apontando perspectivas, despertando coraçþes e mentes anestesiadas pelo fatalismo, comodismo, sectarismo, obscurantismo, ostracismo, criando e gerando soluçþes, elevando o nĂvel de consciĂŞncia de quem, direta ou indiretamente, participar, pois, sabemos que a falta de objetivos e valores nos tornam conformados com a realidade, nos tornando escravos. Pretendemos exaltar a criatividade coletiva para o bem comum e o crescimento individual de cada qual e isso depende do nosso interesse, pois vivemos numa mesma comunidade e precisamos evoluir reconhecendo esses males que arrastam nossos jovens por falta de uma discussĂŁo aprofundada, pois sĂł atravĂŠs dela, trazendo Ă luz do debate de idĂŠias que aprenderemos descobrindo nos tornando atravĂŠs do conhecimento mais fortes, mais livres. âSe as coisas sĂŁo tĂŁo inatingĂveis, ora, nĂŁo ĂŠ motivo para nĂŁo quere-las, que tristes os caminhos se nĂŁo fora a presença distante das estrelasâ (MĂĄrio Quintana). Acredito que com sonhos e poesias conquistaremos melhorias, pois para mim a poesia ĂŠ a sĂntese de tudo, serve para informar, divertir e atĂŠ para curar ou, ao menos, minorar sofrimentos das pessoas. A finalidade ĂŠ o uso deste gĂŞnero literĂĄrio (e outros) para o desenvolvimento pessoal e atĂŠ para tratamento de situaçþes patolĂłgicas. Exemplo: o biblioterapeuta trabalha em instituiçþes diversas, escolas, asilos, igrejas, etc. O mĂŠtodo ĂŠ relativamente simples: seleciona-se um conto, uma poesia, um filme ou um texto que ĂŠ lido. A resposta emocional, entĂŁo, ĂŠ discutida e ĂŠ o que tentaremos atravĂŠs desta proposta inserindo tambĂŠm, ââcinema nas escolasâ. Este projeto tambĂŠm ĂŠ importante como fator de reconhecimento e estabilidade para os prĂłprios escritores, artistas, desportistas que buscam se afirmarem como tal. As utopias literĂĄrias, nossos sonhos e poesias nos tornam ou nos fazem melhores, mais livres, nos predispĂľem Ă felicidade e nos distraem e nĂŁo hĂĄ nada mais real do que os nossos sonhos. Pretendemos mobilizar a comunidade com esse projeto no sentido de uma mudança comportamental para quer todos desenvolvam-se integralmente atravĂŠs dos desdobramentos que ocorrem na vida, no trabalho, na famĂlia, na escola, na convivĂŞncia humana em geral, nos movimentos sociais, nas organizaçþes da sociedade, nos movimentos culturais (passeatas, desfiles), em especial atravĂŠs dos grĂŞmios estudantis ou literĂĄrios das instituiçþes de ensino, dentro desse contexto, ressaltaremos valores que se quer resgatar, os que se desejam incorporar e os que se desejam mudar para o bem comum, nossa preocupação ĂŠ a construção em conjunto com a participação dos alunos, educadores, famĂlia e ĂŠ de vital importância que se efetiva na prĂĄtica e a uniĂŁo ĂŠ a palavra-chave para que vençamos esses problemas e entendemos ser a escola um espaço de convĂvio que completa a formação, ĂŠ necessĂĄria a participação e partilhar responsabilidades, pois ĂŠ fundamental investir no diĂĄlogo entre todos e na melhoria das relaçþes interpessoais para a formação de uma nova consciĂŞncia de idĂŠias, acreditando na autonomia de um povo e tendo a uniĂŁo como uma fĂłrmula autentica de nos defendermos e realizarmos nossos sonhos fazendo com que todos sintam-se parte de uma mesma sociedade Escola pĂşblica de qualidade e democrĂĄtica ĂŠ possĂvel, sim. Uma escola que todo ano permita ingressar na sociedade cidadĂŁos (as) conscientes de seu papel de transformĂĄ-la. Precisamos dessa cultura desde jĂĄ para os nossos filhos para construirmos um mundo mais civilizado, fundamentado no amor e na responsabilidade, formando-os, informando-os e os tornando cidadĂŁos conscientes, Ăntegros, responsĂĄveis e felizes. âabracem seus filhos antes que os traficantes os adotemâ. As criminalidades precisam voltar a inexistir. Nos deprimimos e nos revoltamos quando pensamos nas mazelas sociais e, Ă s vezes comprovamos que somos melhores sonhando do que vivendo, porĂŠm ĂŠ preciso perceber a dialĂŠtica entre o sonho e a realidade, para percebemos em que caminhos estamos e que sem a literatura nĂŁo terĂamos esse discernimento, isso ĂŠ o que nos mantĂŠm vivos. NĂłs somos o resultado de sonhos, utopias, sempre procuramos o melhor para todos e continuamos a acreditar que as artes, os esportes, a poesia nos tornam sensĂveis aquilo que anda mal no mundo e em nossa sociedade, tambĂŠm estou convencido de que uma comunidade impregnada de boa literatura que proporcionaremos atravĂŠs desse projeto se tornarĂĄ uma comunidade difĂcil de ser corrompida, domesticada e escravizada, ĂŠ impossĂvel nĂŁo sonharmos com uma comunidade melhor, esse sonho estĂĄ em nossas mentes e coraçþes. Ao presenciarmos atos degradantes, ao pensarmos nos males existentes, quero que se lembrem destas palavras, tambĂŠm de outro poeta: âNĂłs vos pedimos com insistĂŞncia, nĂŁo digam nunca âisso ĂŠ normal, naturalâ, diante dos acontecimentos de cada dia, numa ĂŠpoca em que reina a desagregação, confusĂŁo, corrupção, alienação, em que corre sangue e que o arbitrĂĄrio tem força de lei, em que a humanidade se desumaniza, nĂŁo! âNĂŁo digam nunca isso ĂŠ naturalâ, para que nada passe a ser imutĂĄvelâ (Bertold Brecht). MATINĂ/FILME/CINE = ITINERANTE A arte, nas suas mais variadas dimensĂľes como a literatura, a dança, a mĂşsica, o teatro, o cinema e as artes plĂĄsticas, sĂŁo formas que nĂłs seres Humanos usamos para contraditarmos as imposiçþes da lĂłgica que nos reduz a meros executores burocrĂĄticos das açþes, leis e normas que regem os resultados da produção e consumo da civilização. O desenvolvimento deste nosso trabalho cultural nĂŁo ĂŠ portanto, um processo de contemplação ou afirmação de uma situação dada, mas de enfrentamento: ĂŠ a criação de espaços sociais de construção da cidadania, participação e de libertação. ConcluĂmos que todos somos socialmente responsĂĄveis pelos caminhos da Cultura neste PaĂs, e que ao longo dos tempos, pouco temos feito em seu benefĂcio.Entendemos que o fazer cultura e promover, se estende a todas as esferas(instituiçþes,associaçþes,empresas etc...) da sociedade. A PolĂtica Cultural, ĂŠ o espelho de uma administração, seja setor pĂşblico ou privado. Ă nela e por ela que expressa sua visĂŁo de suas atividades, suas metas, e principalmente a sua atitude perante a sociedade. Ela deve ser um instrumento que propicie ampliar conhecimentos e conceitos, provocando mudanças positivas na formação cultural, educacional e qualificacional, para que cada um deixe a passividade, o conformismo de espectador e passe a ser agente de tranformação social, superando, vencendo, tabus, dogmas, preconceitos... AtravĂŠs da nossa ASES â iniciamos diversos projetos e atividades tais como: Madrinhas e Padrinhos LiterĂĄrios, Gincana Cultural Interinstituicional, interescolar interdisciplinar,Organização de GrĂŞmios LiterĂĄrios nas Escolas e a construção da Juventude AcadĂŞmica, alĂŠm deste (cinema Itinerante) palestras, debates, fĂłruns, e outras atividades de entretenimento, lazer, descontração aprendizagem.Com a intenção de motivar a todos a participarem de eventos socioculturais, voltados Ă cultura e lazer, estimulando o desenvolvimento intelectual e educacional com base no aprimoramento da qualidade de vida (pessoal e profissional) de cada indivĂduo envolvido neste proceso, promovendo e fazendo cultura como um processo de educação nĂŁo-formal capaz de interferir na consolidação e na transformação social com responsabilidade. AtravĂŠs das nossas atividades culturais, queremos atuar preenchendo lacunas existentes como um braço operacional na administração seja do setor pĂşblico ou privado quanto gerenciadores e agenciadores de sonhos, o que para nĂłs, ânĂŁo existe nada mais real do que os nossos sonhosâ de forma participativa, inclusiva com qualidade para toda a população. Nossa sociedade globalizada sofre influĂŞncias internas e externas que resultam em um complexo processo de administração e gestĂŁo onde nos inserimos numa atitude de vanguarda, protagonizando atravĂŠs da cultura estimular e desenvolver habilidades intelectuais dos jovens e adultos trabalhadores ou nĂŁo possibilitando, potencializando seu talento individual e coletivo principalmente no âmbito das relaçþes , qualificação do trabalho com otimização de serviços e recursos aumentando tanto a efetividade como produtividade, criando um diferencial entre outros nĂŁo participantes. A elaboração destas atividades acontecem hĂĄ 5 anos, alguns com mais facilidade outros nĂŁo, daĂ o porque a concretização mais lenta e difĂcil atĂŠ, mas todos de fundamental importância. Esta parte do projeto, tem objetivo de ser um instrumento de aprimoramento democrĂĄtico do conhecimento e da cultura, contribuindo para o exercĂcio criador e pensador. Portanto, o cinema itinerante, nĂŁo ĂŠ mostrado apenas como divulgador de documentĂĄrios didĂĄticos, pedagĂłgico, pragmĂĄtico, evolucionista para a sociedade, mas proporcionar momentos especiais onde possamos desenvolver nossas experiĂŞncias sensoriais e culturais, enriquecendo ainda mais os participantes atravĂŠs do debate crĂtico. As SessĂľes de filmes exibidos nas empresas, Escolas, Assoc. CTGâs, Clubes etc...ĂŠ gratuito, aberto ao pĂşblico interessado, destacando que a sessĂŁo ĂŠ acompanhada de uma palestra ou debate que abrange o filme a ser exibido e tambĂŠm uma visĂŁo geral do cinema atravĂŠs de seus principais vĂŠrtices: produção, linguagem, contexto histĂłrico-social e cultural; equipamentos, que tiver ao nosso alcance. Filmes selecionados segundo escolhas mais apropriadas dos organizadores, palestrantes e sugestĂľes. A intenção ĂŠ trazer ao pĂşblico alvo, o prazer estĂŠtico de desfrutar com conhecimento o prazer de um bom filme, com a participação para debates enriquecendo o momento. APRESENTAĂĂO DO PROJETO TĂtulo do Projeto: Ases da Imaginação Objetivo: SugestĂŁo e propĂłsito de um projeto popular cultural filosĂłfico, didĂĄtico, cientĂfico, polĂtico, pedagĂłgico de responsabilidade social e de inclusĂŁo cultural, digital, social, econĂ´mica ressocialização. Atividade curricular ou extracurricular turno inverso ou nĂŁo.Interdisciplinar Voltado para todos os segmentos e entidades em especial aquelas que abrigam pessoas portadoras de necessidades educacionais especiais (APAE´s; clĂnicas e hospitais psiquiĂĄtricos; chĂĄcaras; fazendas; asilos; casas de repouso; orfanatos; grupos da melhor idade; etc...) 1. PerĂodo a ser levado em conta no projeto: ano inteiro Ărea Cultural: (artes plĂĄsticas; artesanato, pintura, escultura; mĂşsica; cinema; teatro; dança; literatura; esportes, comunicação...) Locais: PĂşblico/privado: parques, sĂtios, clubes: sociais, esportivos, sede campestre, colĂ´nia de fĂŠrias, presĂdios, casas de detenção ressocialização, escolas, faculdades, universidades, maternais, creches, casas de cultura, centros culturais, fundaçþes, ONG´s, indĂşstrias, comĂŠrcio, academias âesportivas/literĂĄriasâ, associaçþes de bairros, agremiaçþes, clubes, cooperativas, sindicatos, ginĂĄsios, corporaçþes, CTG´s, DTG´s, praças, confederaçþes, federaçþes, forças armadas âexĂŠrcito, marinha, aeronĂĄuticaâ, forças auxiliares, igrejas, condomĂnios, residĂŞncias, etc... Metas, objetivos, finalidade do projeto em si: Elevar o nĂvel de consciĂŞncia/conhecimento de todos os envolvidos atravĂŠs das artes/esportes, unindo o conhecimento popular/cientĂfico. Fundamentado nos quatro pilares da educação: Aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a ser, aprender a conviver (de lo que un cantor esplica / no falta quĂŠ aprovechar / y se le debe escuchar/Aunque sea iniciante el que cante: apriende el que ĂŠs inorante, y el que ĂŠs sĂĄbio, apriende mĂĄs.) âMartĂn Fierroâ. TĂtulo do projeto â Ases da imaginação I 01 â Valorizar a prata da casa, artistas locais, proporcionando um contato maior e direto entre as comunidades em geral; estudantes, educadores, pais, trabalhadores, com quem faz arte/esporte. 02 â Cada artista/atleta: poeta, escritor, mĂşsico, jogador de futebol, ator, trovador, declamador, instrutor de danças, pintor, escultor, artesĂŁo, etc...PoderĂŁo ser padrinhos/madrinhas, promotores, divulgadores, agentes culturais e outros tĂtulos; nas entidades em apoiar a cultura e estes propulsores da cultura das artes populares. 03 â Este projeto contemplou inicialmente as escolas municipais, porĂŠm com o intuito de estendĂŞ-lo a todas as instituiçþes possĂveis jĂĄ citadas no inĂcio. 04 â Os âpadrinhos/madrinhasâ sĂŁo moradores do municĂpio ou nĂŁo, ganhando assim o artista local e da regiĂŁo mais espaço para a divulgação de seu trabalho, tornando-os reconhecidos, valorizando a cultura nacional. 05 â Os artistas interessados poderĂŁo ser sorteados para trabalharem em um local ou conforme for acordado; local mais prĂłximo da moradia ou em todos os locais disponĂveis relacionados, podendo fazer rodĂzio. 06 â participarĂŁo/promoverĂŁo eventos, atividades na entidade da qual ĂŠ padrinho/madrinha: gincanas, torneios, festivais, concursos, etc... 07 â Esta proposta visa buscar cada vez mais a uniĂŁo entre artistas/artistas, artistas/comunidade em geral, proporcionando lazer, cultura, descontração, entretenimento, inclusĂŁo social, cultural, digital, responsabilidade social, sejam iniciantes, amadores ou consagrados. 08 â Ă um elo de avanço cultural entre o saber popular e cientĂfico, um elo de comunicação e expansĂŁo. 09 â Visa suprir a debilitada população no campo do conhecimento artĂstico, literĂĄrio, esportivo (intelectual) atravĂŠs de cada artista dentro de suas limitaçþes. 10 â AtravĂŠs de cada artista em cada estabelecimento local, estaremos colocando nosso municĂpio em destaque no cenĂĄrio nacional e internacional como a cidade propulsora da cultura. 11 â Cada entidade farĂĄ campanha para eleger seu padrinho/madrinha patrono da feira do livro e demais feiras outras; forma de incentivo atravĂŠs do voto direto, facultativo, envolvendo a todos os interessados como um exercĂcio: exemplo de cidadania. 12 â Incentivar o livre pensamento, criatividade, imaginação, incentivando e descobrindo novos talentos, desenvolvendo a sociedade elevando seu nĂvel de consciĂŞncia e conhecimento. 13 â Sabemos que nĂŁo existe espaço vazio na sociedade em que vivemos e senĂŁo ocuparmos este espaço, outros ocupam; portanto, este projeto visa abri essa janela para os artistas contemporâneos locais e novos talentos com esta âvagaâ padrinho/madrinha; fazendo assim com que daqui pra frente nenhum artista nasça, viva ou morra no anonimato, pois no mĂnimo terĂĄ uma escola para ajudĂĄ-lo. 14 â Ganhando assim o artista local mais espaço para seu trabalho ser conhecido unindo as comunidades atravĂŠs do seu talento. 15 â Ao desenvolver este projeto, tais atividades estaremos aprimorando conhecimentos construindo a intelectualidade de forma recĂproca; todos sabemos que o incentivo ĂŠ o primeiro passo para um bom profissional e com este projeto estaremos ajudando vĂĄrios a dar o primeiro e tĂŁo difĂcil passo. 16 â Tirar o artista local do anonimato baseado em experiĂŞncias nas dificuldades que tĂŞm os iniciantes, amadores, em conquistar espaços. 17 â Transformar este projeto ou nĂŁo em lei ĂŠ garantia de espaço seguro para os prĂłximos futuros iniciantes. 18 â Esta tambĂŠm ĂŠ uma questĂŁo de soberania nacional, pois atravĂŠs dos artistas/atletas por meio deste projeto estaremos fortalecendo nosso idioma, nossos costumes, gastronomia, fortalecendo nosso folclore, a alma do nosso povo, nossas artes, esportes, mĂşsica, carnaval, pintura, escultura, literatura, etc... 19 â Obter e proporcionar um novo estado de espĂrito necessĂĄrio adequado a realidade atual, ou seja, estarmos abertos a novas idĂŠias. 20 â As atividades desenvolvidas pelos artistas estarĂŁo como propulsores da cultura, construindo uma prĂŠ-transição de entendimento entre o passado, o presente e perspectivas de um futuro melhor para nossa juventude e comunidade interessada de homens e mulheres. 21 â Proporciona uma visĂŁo mais humana, justa, digna e igualitĂĄria. 22 â Os âpadrinhos/madrinhasâ poderĂŁo ter um mandado de um ano e todos concorrem a patrono-padrinho-madrinha das feiras ou feira do livro. 23 â Este projeto ĂŠ um projeto de amor a nossa gente, aqueles que lutaram e preservaram geraçþes pĂłs geraçþes nossas tradiçþes, ĂŠ um incentivo Ă s artes/esportes ĂŠ um exemplo de estĂmulo de inclusĂŁo social cultural e de exercĂcio da cidadania. 24 â Ao ser realizado por artistas/atletas com apoio da comunidade, educadores, pais, etc...Os jovens começarĂŁo a levar mais a sĂŠrio a leitura e a cultura nacional. 25 â Esperamos com este projeto obter resultados positivos e que se obtenha a atenção esperada para ajudarmos na formação intelectual futura do futuro do paĂs, o jovem. Esse projeto inovador no campo das atividades artĂsticas/esportivas em geral, capaz de gerar: crescimento social, bem comum para a população, auto-estima das comunidades, qualidade de vida, cidadania, turismo cultural, trabalho, emprego, renda, fortalecimento da nossa identidade cultural, motivador gerador de um movimento cultural em defesa da soberania nacional, pela cultura de todos os povos, pelas liberdades, respeito Ă s raĂzes culturais, pela paz e harmonia entre as naçþes. Solução simples e de fĂĄcil implementação que dispensa grandes investimentos e estruturas operacionais vultuosas. TrarĂĄ resultados significativos efetivos de cidadania, inserção social, inclusĂŁo digital e tambĂŠm dos segmentos movimentos culturais mais marginalizados. EstĂmulo ao espĂrito comunitĂĄrio, associativismo, promovendo desenvolvimento econĂ´mico cultural gastronĂ´mico (feiras, festivais rodeios, seminĂĄrios, congressos, etc.). Considera-se nos desdobramentos que se seguem o grau maior ou menor de inovação coletiva/individual criatividade, esforço de trabalho, credibilidade nos resultados, envolvimento da comunidade e com a comunidade. Pode-se criar um âbalaio culturalâ contendo obras-peças (livros, cd´s, esculturas, pinturas, artesanato, etc...) produzido pelos artistas locais como prĂŞmios e tambĂŠm (passagens, diplomas, certificados, trofĂŠus âcriando nome para os mesmosâ) para conceder aqueles que fazem jus Ă s mençþes. Fazer relatĂłrios, vĂdeos, fotos, gravaçþes dos eventos para acervo histĂłrico estudo e pesquisa da evolução/benefĂcios. Este projeto tem compromisso com as novas formas de ensino, adequando-as no contexto atual, utilizando dos recursos disponĂveis diversificados e alternativas em concordância com o currĂculo educacional. Com esta sugestĂŁo, tendo como aliado os educadores que ajudam a desenvolver e a promover entre os alunos experiĂŞncias que levam Ă aquisição de conhecimentos e um melhor desenvolvimento psico-motor significativos para alunos(as) comunidade em geral, valorizando nossas artes esportes. AtravĂŠs dos artistas, atletas locais permite tambĂŠm Ă s pessoas portadoras de necessidades educacionais especiais compreendam, desfrutem de uma melhor e mais qualificada inclusĂŁo social-cultural-digital. Ă um incentivo aos nossos talentos locais que enriquecerĂŁo o desenvolvimento dos que necessitam de estĂmulos especiais. Ex.: cromoterapia (pelas cores), fisioterapia (exercĂcios), atividades circenses, massoterapia, musicoterapia, terapia pela poesia, danças, ginĂĄsticas, atividades audiovisuais (filmes variados, especĂficos, etc...) possibilita que dentro da interdisciplinaridade estes reconstruam o conhecimento-desenvolvimento atravĂŠs destas atividades, proporcionando um avanço no crescimento psico-motor harmonioso e de participação efetiva junto Ă comunidade; ponto para os quais converge todo processo educativo. Essa parceria professor/artistas/alunos/comunidade/atletas locais tambĂŠm junto aos portadores de necessidades educativas especiais Busca integrar a comunidade no respeito ao semelhante, integrando-os Ă visĂŁo ao ponto de vista da necessidade dos outros. Ă um reforço nas campanhas anti-discriminação, vandalização, drogadição, exclusĂŁo, etc...Inserindo de forma real aqueles grupos mais discriminados, isolados, Ă parte, Ă margem da evolução social, do cĂrculo de convĂvio social cultural tambĂŠm por serem portadores de necessidades especiais. Ă um avanço no convĂvio social cultural familiar progressiva, melhorando a qualidade de vida de todos os envolvidos nesse processo. Ao iniciarmos esse movimento cultural estaremos fornecendo elementos para as pessoas meditarem, debaterem, questionarem, tomarem decisĂľes, solucionarem problemas locais, regionais ao alcance de cada qual unido com os demais. Aqueles artistas, esportistas, educadores que participarem deste projeto precisam estar conscientes do nosso papel principal, o compromisso que temos com a nossa arte, a verdadeira e transformadora. Nossas potencialidades articuladas individualmente e coletivamente abrem soluçþes infinitas atravĂŠs do exercĂcio da criatividade contĂnua teremos conjuntamente participação consciente e responsĂĄvel, pois alcançaremos conquistas e nĂŁo concessĂľes temporĂĄrias. AumentarĂĄ todo tipo de desenvolvimento a independĂŞncia individual e coletiva. Formaremos cidadĂŁos(as) mais solidĂĄrios na luta por justiça social e mais bem informados para o exercĂcio da democracia, visando a soberania. Com este projeto estaremos todos juntos mantendo e renovando nossa cultura e liberdades. Este trabalho de unir a sensibilidade das artes/esportes na atualidade de uma convivĂŞncia integrada, globalizada, nĂŁo podemos deixar Ă margem desse crescimento aqueles que mais necessitam de minimizar as diferenças; essa interatividade ĂŠ um dos caminhos para a inclusĂŁo verdadeira. Ajuda na construção de uma sociedade mais humanizada, sensĂvel aos problemas que nos cercam, pois sĂŁo as pessoas que precisam mais com a implementação desse projeto, quebraremos a visĂŁo entre: condiçþes possĂveis e imaginĂĄveis, passando a ser o convĂvio harmonioso entre todos. Este projeto leva ao crescimento em momentos de felicidade, resgata a auto-estima, desenvolvendo o potencial, embora limitado, das crianças e adultos portadores de necessidades educativas especiais, fazendo com que vejamos o universo daqueles que sĂŁo mais limitados e esquecidos, por vezes, quase sempre, pois nĂŁo convivem em igualdade de oportunidades conosco. Esse trabalho possibilita, dentro de suas limitaçþes, por serem portadores de necessidades educativas especiais, que façam suas prĂłprias criaçþes nas diferentes formas de expressĂŁo: teatral, esportiva, etc...Aumentando a capacidade e o convĂvio conosco, ensaiando, criando, recriando... As atividades artĂsticas/esportivas nĂŁo se reduzem simplesmente a experiĂŞncias motoras, mas utiliza-se delas para o desenvolvimento psicolĂłgico, biolĂłgico, social, cultural, desenvolvendo potencialidades e percepçþes dispostas cognitivamente, sĂŁo o alicerce de todo o aprendizado simbĂłlico. As atividades fĂsicas, intelectuais e corporais permitem tambĂŠm a autonomia de manifestarem suas maneiras de ver, sentir, pensar, agir, percebendo e mostrando o mundo em que vivem e o que desejam; oportuniza a eles virem a integrar o controle da sociedade em que vivemos no que diz tocante a todos que atĂŠ entĂŁo, discriminados legalmente, isolados em um outro mundo como se nĂŁo vivĂŞssemos numa mesma sociedade âglobalizadaâ. NĂŁo esperamos que todos dentro de suas limitaçþes tenham o mesmo grau de desenvolvimento, uma vez que cada um de nĂłs somos um ser Ăşnico, resultante de caminhos diferentes, estruturas cognitivas, experiĂŞncias pessoais, histĂłria de vida diferentes, associaçþes genĂŠticas, esquemas morais diferentes, etc... As artes e os esportes, em suas diferentes formas, modalidades e brincadeiras, sĂŁo exercĂcios que conduzem ao desenvolvimento das habilidades: força, velocidade, resistĂŞncia muscular e cardio-respiratĂłria, flexibilidade, coordenação motora, quer habilidades afetivas sociais com respeito, companheirismo, amizade, cooperação, sensibilizando. Podemos pensar em recompensar os artistas/atletas, etc. (padrinhos/madrinha) que desenvolveram essas atividades para que façam essa aproximação, pois no entendimento de alguns, estarĂamos pagando as horas que deveriam existir de troca direta de experiĂŞncia, estĂĄgios, vista de estudos, trabalhos comunitĂĄrios em instituiçþes pĂşblico-privadas em todo o paĂs. Estarmos ajudando a desenvolver e a promover a sociedade em que vivemos de forma Ăntegra, conseguiremos unir e multiplicar os bons valores, externando-os e internalizando aqueles que nĂŁo se quer. AtravĂŠs deste trabalho difundiremos nossa cultura, transmitiremos conhecimento, fomentando a pesquisa social e cientĂfica. Estaremos transformando, aperfeiçoando nossa sociedade, proporcionando melhoras na qualidade de vida. Promoveremos o inter-relacionamento/intercomunicação e ĂŠ a melhor maneira de conservar nossa cultura, a memĂłria e o patrimĂ´nio de um povo, igualdade de oportunidades! âĂ por demais grandiosa/e histĂłricas contribuiçþes/dos poetas,artistas,atletas/geraçþes pĂłs geraçþes/pra conter nos estreitos limites/das literĂĄrias classificaçþes/fundamentados nos fĂŠrteis/pilares da educação/e no maior mandamento/de um verdadeiro cristĂŁo/investimos na inteligĂŞncia/com valores princĂpios e açþes/ responsabilidade social/cidadania e inclusĂľes.Ăs meu Brasil multi-cor/berço multi-racial-cultural/das mulheres mais lindas do mundo/e do fĂłrum social mundial/fĂŠ chimarrĂŁo festival/AmazĂ´nia futebol carnaval (bis: Asas da literatura/Ases da Imaginação/OperĂĄrios da Cultura/ProletĂĄrios de Emoçþes/Com sonhos e Poesias/Fazemos Revoluçþes) Jonas Pereira FalcĂŁoâ
EDUCAĂĂO EÂ SAĂDE
PĂşblicas Gratuitas
Este assunto vem ganhando cada vez mais cobertura em todo o mundo. Por que, exatamente? Trata-se de um tema que precisa ser abordado e discutido entre lobistas e polĂticos de todas as esferas do governo. Falcao pressiona por mudanças e faz o que pode para ver um futuro melhor. Saiba mais e se junte Ă causa hoje mesmo.

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Falcao sempre se dedicou ao seu povo, Isso ĂŠ o que significa ser um PolĂtico. Depois de anos de experiĂŞncias trabalhando em   organizaçþes sem fins lucrativos para trazer mudanças positivas Ă vida de famĂlias, idosos e jovens, Falcao estĂĄ trazendo isso agora para a polĂtica. Ă essa intensa dedicação, paixĂŁo e devoção que estimula sua luta por mudanças. Navegue pelo site para saber mais sobre as questĂľes com as quais Falcao se preocupa, seu plano para enfrentĂĄ-las e formas de se juntar Ă causa.

POR QUE SEU VOTO CONTA
Faça Valer
Nossa Mobilização Nacional começa a tomar vulto na Internet
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O GOVERNO FEDERAL E POLĂTICOS ESTĂO PREOCUPADĂSSIMOS COM UMA GRANDE MOBILIZAĂĂO QUE COMEĂA A TOMAR VULTO NA INTERNET
Ă, o clima lembra o perĂodo que antecedeu a Primavera Dos Povos ou a Revolução Francesa .O terceiro estado (povo esclarecido) clama por justiça.
HĂĄ uma enorme movimentação pela Internet para reunir milhares de pessoas pela demissĂŁo de toda a classe polĂtica (ainda sem data marcada).
Essa Mobilização iniciou com o Plebisul elevando o nĂvel de consciĂŞncia e conhecimento da população e a continuidade desa convocação jĂĄ começou a dar resultado que irĂĄ refletir na campanha que se aproxima e estĂĄ sendo lido por centenas de milhares de pessoas. Ă importante que se repasse para todos os nossos contatos.
A guerra contra o mau polĂtico, e contra a degradação da nação estĂĄ começando. NĂŁo subestimem o povo esclarecido que começa a sair da inĂŠrcia e de sua zona de conforto para lutar por um Novo PaĂs e melhor.
Todos os ''governantes'' do atĂŠ aqui, falam em cortes de despesas - mas NĂO CORTAM despesas deles e querem o aumentos de impostos como se jĂĄ nĂŁo fĂ´ssemos o campeĂŁo mundial em impostos. A histĂłria nos mostra que muitos governantes caĂram e atĂŠ perderam suas cabeças exatamente por isso.
Nenhum governante fala em:
đşReduzir as mordomias (gabinetes, secretĂĄrias, adjuntos, assessores, suportes burocrĂĄticos respectivos, carros, motoristas, 14Âş e 15Âş salĂĄrios etc.) dos poderes da RepĂşblica.
đş Redução do nĂşmero de deputados da Câmara Federal, e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos paĂses sĂŠrios. Acabar com as mordomias na Câmara, Senado e MinistĂŠrios, como almoços opĂparos, com digestivos e outras libaçþes, tudo Ă custa do povo;
đş Acabar com centenas de Institutos PĂşblicos e Fundaçþes PĂşblicas que nĂŁo servem para nada e, tĂŞm funcionĂĄrios e administradores com 2Âş e 3Âş emprego.
đş Redução drĂĄstica da quantidade de vereadores, acabar com os salĂĄrios de vereadores, diminuir os gastos das Câmaras Municipais e das Assembleias Estaduais.
đş Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas atividades; AliĂĄs, uns 4 ou 5 partidos apenas, seria mais que suficiente por defenderem em bloco as mesmas ideologias ( Capitalismo Cooperativismo Socialismo Comunismo .....)
đş Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc., das Câmaras, Juntas, etc.
đş Acabar com os motoristas particulares 24 h/dia, com o agravamento das horas extraordinĂĄrias para servir suas excelĂŞncias, filhos e famĂlias e atĂŠ, as ex-famĂlias.
đş Acabar com a renovação sistemĂĄtica de frotas de carros do Estado;
đş Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. NĂŁo permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos Ă s escolas, ir ao mercado, a compras, etc.
đş Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos polĂticos, central e local, de forma a saber qual o seu patrimĂ´nio antes e depois?
JĂĄ que esses nossos polĂticos e governantes nĂŁo querem fazer as reformas de fato, nĂŁo querem passar o Brasil a limpo, cabe a nĂłs, povo esclarecido, fazer isto atravĂŠs da Mobilização em massa seja indo para as ruas (sem vandalismo, sem Black Blocs, que sĂŁo contra a sociedade) manifestar a nossa insatisfação, fazendo campanha para nossos candidatos votando e cobrando depois de eleitos
Vamos juntos, vamos mostrar que o povo esclarecido pode realmente mudar o rumo da histĂłria, iniciando pelas urnas , vai ser difĂcil, por motivos Ăłbvios mas vamos em frente.
Caminhemos juntos e encaminhemos esta mensagem para todos os nossos contatos e visitem meu site opinem critiquem sugiram e vamos juntos mudar a histĂłria....
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